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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Túmulo de cantora do deus Amon-Rá é achado na cidade egípcia de Luxor


15/01/2012 15h20 - Atualizado em 15/01/2012 15h20

Descoberta foi feita por arqueólogos suíços.
Sarcófago foi achado na limpeza de corredor que leva a túmulo de faraó.

Uma equipe de arqueólogos suíços descobriu o túmulo de uma cantora do deus Amon-Rá, da 22ª dinastia (712-945 a.C.), no vale dos Reis na cidade de Luxor, a 600 quilômetros do Cairo.

O Supremo Conselho de Antiguidades do Egito anunciou neste domingo (15) que os arqueólogos encontraram o sarcófago durante os trabalhos de limpeza de um corredor que leva ao túmulo de um faraó Tutmósis III (1490-1436 a.C.).

Nesse corredor, os especialistas encontram um poço que dá acesso a uma sala de sepultamento, onde a equipe suíça achou o sarcófago da cantora, conforme comunicado divulgado pelo conselho.

O túmulo, de madeira e pintado de preto, tem escrituras em hieróglifo, que incluem o nome da artista 'Ni Hems Bastet'.


 

Os arqueólogos acharam ainda perto do túmulo do faraó um muro onde o nome da cantora também aparece inscrito.

A importância dessa descoberta, de acordo com as autoridades egípcias, é provar que no vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo, que há sepulturas de outras personalidades da época da 22ª dinastia, além dos faraós.

Fonte: G1 

Colaboração: Henrique Guilherme Alves
 

Bíblia com 1500 anos é descoberta na Turquia e Vaticano demonstra preocupação com conteúdo do livro

Publicado por Tiago Chagas em 28 de fevereiro de 2012 

Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.

Segundo informações do site Notícias Cristãs, peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original. A descoberta do livro se deu em 2000, e desde então, vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara.

Estima-se que o valor do livro chegue a 20 milhões de euros, dada sua importância histórica. Após a divulgação da descoberta, o livro foi considerado patrimônio cultural e após a restauração que será feita, o livro será exposto no Museu Etnográfico de Ancara.

Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem que especialistas da Igreja Católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.

Assista abaixo à reportagem sobre a descoberta da Bíblia de 1500 anos:

 Fonte: Gospel+

Foi criado o primeiro transístor com um único átomo perfeito

Escrito por   //  20 de Fevereiro de 2012 


Uma equipa sediada na Universidade de South Wales criou um transístor de átomo único perfeito, liderando assim o caminho para dispositivos eletrónicos mais pequenos e mais poderosos. O componente ativo no dispositivo é um átomo único de fósforo, que foi colocado numa wafer de silicone usando uma combinação de Scanning Tunnelling Microscope Microscopy (STM), e uma litografia resistente a hidrogénio.

Para que isto seja possível, é necessário cobrir uma wafer de silicone com hidrogénio, antes que os átomos de hidrogénio sejam eliminados usando a técnica de STM. A wafer é depois tratada com fosfeno, que apenas se vai ligar ao silicone em pontos onde o hidrogénio tiver sido removido (similar à criação de uma placa de circuitos num banho ácido, onde as áreas mascaradas não são removidas). A mesma universidade está por detrás da descoberta do fio de átomo único, que foi considerado uma grande descoberta para a computação quântica.
Enquanto que outros transístores de átomo único já tinham sido criados antes por outras equipas, esta equipa universitária afirma que é primeira a conseguir cria-los de uma forma estável, ao contrário dos outros grupos que algumas vezes descobriram os transístores acidentalmente e não foram capazes de replicar os seus resultados. A equipa descreve este método de átomo-por-átomo (conhecido por bottom-up) de criação de transístores como o que vai ser utilizado futuramente para criar circuitos mais pequenos e poderosos, acrescentando ainda que o método de produção atual de top-down não irá ter capacidade para igualar este novo método em termos de precisão com a eficácia necessária.

A Professora Michelle Simmons, líder do grupo por detrás da descoberta, diz o seguinte: “Esta é a primeira vez que alguém conseguiu apresentar controlo sobre um átomo num substrato com este nível de precisão.”
Fonte: The Verge
Colaboração: Henrique Guilherme Alves

Pesquisador faz projeto para resgatar astronomia dos índios

19/02/2012 - 02h00
GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO



Nada de Touro ou Cruzeiro do Sul. Os índios brasileiros olham o céu em busca de constelações como a Ema, a Anta e o Homem Velho. Muitas aldeias têm astronomia própria, usada para saber desde as estações até o posicionamento geográfico.

Um conhecimento que, embora tradicional --retratado até em antigas pinturas rupestres--, está ameaçado devido à forte assimilação cultural. Um pesquisador, porém, está trabalhando para resgatar esse saber.

No mês que vem, as escolas indígenas de Dourados (MS) ganharão uma cartilha em português e guarani com a astronomia indígena.

"É um conhecimento que está se perdendo. As escolas indígenas só ensinam a astronomia ocidental. Devemos mostrar as duas culturas", diz o líder do projeto, Germano Afonso, astrônomo do Museu da Amazônia.

Descendente de índios e nascido em Ponta Porã (MS), ele se tornou fluente em guarani e aprendeu, ainda criança, a conhecer as estrelas pelos nomes indígenas.
Isso, porém, foi suplantado pela astronomia dominante. Só após seu doutorado, na França, ele voltou a ter contato com essas tradições.

"Os índios se orientam pelas estrelas. Elas podem dizer o período de chuvas ou o aumento da presença de insetos. Estou recolhendo informações sobre as características que eles descrevem para ver se há correspondência comprovada. O acerto tem sido impressionante."
As formas que os astros desenham no céu variam entre as tribos. O Cruzeiro do Sul, para os dessanas, índios próximos a Manaus, representa a Garça. Já para outras comunidades ele é a Pata da Ema ou o Jabuti.

Cada constelação tem um significado. As histórias cheias de simbologia ajudam na memorização das formas.

Uma delas é a constelação do Homem Velho. A tradição diz que um índio velho se casou com uma jovem que, após traí-lo com seu irmão, decidiu cortar sua perna e depois matá-lo. Os deuses teriam ficado com pena e transformado o ancião em estrelas.

"Há 20 anos, as pessoas não entendiam a importância dessas tradições. Hoje, o projeto é reconhecido entre astrônomos. E os índios gostam, têm interesse em não deixar sua cultura morrer."



Colaboração : Elaine Maria Hadad

Vaticano conclui seminário sobre vida extraterrestre


Jesuíta diz que a possibilidade de vida alienígena levanta \"muitas implicações filosóficas e teológicas\"

11 de novembro de 2009 | 15h 15

Associated Press
Quatrocentos anos depois de encarcerar Galileu por desafiar a ideia de que a Terra era o centro do Universo, o Vaticano convocou especialistas para discutir a possibilidade de vida extraterrestre e suas implicações para a Igreja Católica. 
"As questões da origem da vida e de se vida existe em outras partes do universo são muito adequadas e merecem consideração séria", disse o padre José Gabriel Funes, astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano.
Funes, um jesuíta, apresentou na terça-feira, 10, os resultados dos cinco dias da conferência, que reuniu astrônomos, físicos, biólogos e outros especialistas para discutir o campo florescente da astrobiologia - o estudo da origem da vida e de sua presença no cosmo.
Funes disse que a possibilidade de vida alienígena levanta "muitas implicações filosóficas e teológicas", mas acrescentou que a reunião teve como foco principal a perspectiva científica e como diferentes disciplinas podem ser usadas para explorar o problema.
O astrônomo americano Chris Impey disse que é apropriado o Vaticano patrocinar esse tipo de encontro.
"Tanto a ciência quanto a religião apresentam a vida como um resultado especial em um universo vasto e amplamente hostil", disse ele. "Existe um rico campo médio de diálogo entre os praticantes da astrobiologia e as pessoas que buscam compreender o significado da existência num universo biológico".
Trinta cientistas, incluindo não-católicos, dos EUA, França, Reino Unido, Suíça, Itália e Chile tomaram parte na conferência, convocada para explorar, entre outras questões, "se formas de vida sensciente existem em outros mundos".


Funes abriu caminho para a conferência no ano passado, quando discutiu a possibilidade de vida alienígena em uma entrevsita publicada com destaque no jornal do Vaticano.

O ponto de vista da Igreja romana mudou radicalmente nos séculos que transcorreram desde que o filósofo Giordano Bruno foi queimado na estaca como herege e, 1600 por especular, entre outras coisas, que outros mundos poderiam ser habitados.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,vaticano-conclui-seminario-sobre-vida-extraterrestre,464813,0.htm

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