Páginas

Mostrando postagens com marcador Clima. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clima. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ghostly apparition of entire city appears over Chinese river... but is it just a mirage?


Ghostly apparition of entire city appears over Chinese river... but is it just a mirage?


Residents in a Chinese city have been stunned after a giant mirage of a 'ghost city' towered across the skyline.
The apparition appeared earlier this month after heavy rainfall and humid conditions along the Xin'an River in Huanshan City in East China.
Tall buildings, mountains and trees appeared to rise up through the ghostly mist that had descended over the river at dusk. There is usually nothing buy sky across the horizon.
Scroll down to see the video
Haunting: The apparition of buildings and trees rises above the Xin'an River in Huanshan City in East China after heavy rainfall
Haunting: The apparition of buildings and trees rises above the Xin'an River in Huanshan City in East China after heavy rainfall. The skyline above the river is usually clear
Mirage: An entire island with trees, tall buildings and mountains in the distance can be seen in the dusk light in the Chinese city
Mirage: An entire island with trees, tall buildings and mountains in the distance can be seen in the dusk light in the Chinese city where hours before it was only an expanse of water
Amazed residents recorded the footage with some even suggesting that it could have been a 'vortex' to a lost civilisation.
The pictures have baffled experts who visited the city to check that there were not actually any of the building already there.
It is believed that the sight may have been a mirage - a form of illusion that is common in in humid weather.
The phenomenon is caused when moisture in the air becomes warmer than the temperature of water below.
As the rays of sunlight cross from the colder air into the warmer air it is 'bent' or refracted - creating a reflection in the air.
The patterns in the mirage are typically blurred and shimmering with a resemblance to human structures. They are similar to a reflection seen in water.
Although they happen occasionally, the mirage in China is believed to be one of the clearest ever recorded.
Shimmering: The apparent mirage shows the detailed outlines of buildings that experts may have been reflected from the surrounding city
Shimmering: The apparent mirage shows the detailed outlines of buildings that experts may have been reflected from the surrounding city
Ghostly: High-rise office blocks and flats were seen by residents who said the mirage was the most spectacular of a recent crop that have hit the region
Ghostly: High-rise office blocks and flats were seen by residents who said the mirage was the most spectacular of a recent crop that have hit the region
'It's really amazing, it looks like a scene in a movie, in a fairlyland,' said one resident.
She said that a number of similar sights had been seen recently although this one was the most spectacular.
A number of mirages have previous been reported in China. In 2006, English-language paper China Daily published four images of what it said were mirages off the coast of Eastern China's Shandong province.




Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2008161/Ghostly-mirage-appears-river-Huanshan-City-China.html#ixzz1vnIo5B7j

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Peru investiga morte de mais de 500 pelicanos no litoral

Análises preliminares indicam que os animais morreram nos últimos dias na praia - e não em alto-mar. Foto: BBC Brasil


O governo do Peru está investigando a morte de mais de 500 pelicanos ao longo de 70 km de sua costa norte, entre as cidades de Piura e Lambayeque. Os animais foram encontrados no final da semana passada, na mesma região peruana onde cerca de setecentos golfinhos apareceram mortos no início do ano.
Uma ONG ambientalista local disse à BBC que suspeita que os animais estejam sendo afetados por uma epidemia viral. Análises preliminares indicam que os animais morreram nos últimos dias na praia - e não em alto-mar.
Além de golfinhos e pelicanos, foram encontradas ali as carcaças de atobás, leões marinhos e uma tartaruga. O governo peruano se declarou "profundamente preocupado" com o problema.

Fonte : Terra e BBC Brasil

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Degelo há 400 mil anos gerou efeito gangorra e afundou ilhas


Um problema que vinha bagunçando as estimativas de aumento do nível do mar decorrente do aquecimento global acaba de ser resolvido.

O que atrapalhava os cientistas é que um pedaço da crosta terrestre atua como gangorra: quando o gelo do Canadá derrete muito, tira peso de uma borda da placa tectônica norte-americana e faz a outra borda descer, afundando no mar ilhas como as Bahamas e as Bermudas.
Foi isso o que aconteceu 400 mil anos atrás e fez o mar avançar mais de 20 metros de altura nesses arquipélagos.

Na época, o planeta estava em uma era glacial e passou por um intervalo de aquecimento de 10 mil anos. Geólogos descobriram que o mar tinha avançado sobre as Bahamas e as Bermudas nesse período. Fósseis de animais marinhos com essa idade foram encontrados em regiões altas.
Uma elevação de 20 metros no nível dos oceanos, porém, era uma catástrofe que não estava de acordo com os cálculos dos cientistas. Para que isso acontecesse, seria preciso um derretimento completo das plataformas de gelo da Groenlândia e da Antártida.
Mas um estudo em edição recente da "Nature" mostra que o problema foi mesmo causado pelo "efeito gangorra", que fez as ilhas afundarem mais que o previsto.
A geóloga Maureen Rayno, da Universidade Columbia (EUA), autora da pesquisa, concluiu que a inclinação tectônica afundou as Bahamas em 10 metros. Como o derretimento da Antártida Ocidental e da Groenlândia já tinham adicionado 10 metros ao nível do mar, a impressão é que a água subiu 20 metros.
Segundo Raymo, as Bahamas e as Bermudas deverão enfrentar de novo o problema com o aquecimento global. "O efeito será menor se considerarmos só o que vai acontecer neste século, pois o período de aquecimento do estudo é de 10 mil anos."
O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) estima que o nível do mar deve subir 60 cm até o fim deste século. Raymo diz que a tendência é que o painel revise essa previsão até para pior.
Num cenário de 1 metro de elevação da água, 145 milhões de pessoas podem ter de se deslocar, estima um relatório da ONU.

Fonte: Folha on line

segunda-feira, 26 de março de 2012

Descoberto rio subterrâneo embaixo do Rio Amazonas

Descoberto rio subterrâneo debaixo do Rio Amazonas
Ao contrário do que se possa imaginar, o rio subterrâneo não corre por um enorme "túnel" nas profundezas da Terra, mas permeia através dos poros das rochas sedimentares.[Imagem: ON]

O estado do Amazonas pode ter não apenas o maior rio do mundo em volume de água, mas também o maior rio subterrâneo do mundo.
Esta é a impressionante conclusão de um estudo feito pelospesquisadores Valiya Hamza e Elizabeth Pimentel, do Observatório Nacional, localizado no Rio de Janeiro.
Rio Hamza
O rio subterrâneo foi descoberto analisando-se dados de 241 poços de grande profundidade, feitos pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980. Mas, em vez de petróleo, os geofísicos podem ter encontrado o maior rio subterrâneo do mundo.
Os pesquisadores batizaram provisoriamente o rio subterrâneo de Rio Hamza, em homenagem ao professor que coordenou a pesquisa.
Os dados obtidos com a perfuração dos poços permitiram a identificação de um grande movimento de águas subterrâneas em profundidades de até 4.000 metros, localizado sob as bacias sedimentares dos rios Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.
Mas o rio subterrâneo pode se estender por outras áreas, uma vez que os poços profundos perfurados pela Petrobras cobrem apenas uma parte da região amazônica.
Rios amazônicos
Segundo Elizabeth, o fluxo de águas subterrâneas é predominantemente vertical até cerca de 2.000 metros de profundidade, mas muda de direção e torna-se quase horizontal em profundidades maiores.
O rio subterrâneo corre de oeste para leste, iniciando na região de Acre, passando pelas bacias de Solimões, Amazonas e Marajó e alcançando as profundezas do mar, nas adjacências de Foz de Amazonas.
Segundo Prof. Hamza, os dados indicam que se trata de de um rio subterrâneo debaixo de Rio Amazonas.
De acordo com essa interpretação, a região Amazônica possui dois sistemas de descargas de fluidos: a drenagem fluvial na superfície, que constitui o Rio Amazonas, e o fluxo oculto das águas subterrâneas através das camadas sedimentares profundas, formadas por rochas porosas, por onde a água flui.
Dados do rio subterrâneo
Os dados geofísicos, contudo, indicam uma grande diferença na vazão dos dois rios: a vazão média do Rio Amazonas é estimada em cerca de 133.000 metros cúbicos por segundo (m3/s), enquanto a vazão do rio subterrâneo é estimada em 3.090 m3/s.
Embora pareça pouco em relação ao Amazonas, esse volume de água é superior à vazão média do Rio São Francisco.
A largura do Rio Amazonas varia de 1 a 100 quilômetros na área de estudo, enquanto o Rio Hamza varia de duzentos a quatrocentos quilômetros.
As águas do Rio Amazonas têm uma velocidade que varia de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo das condições geográficas, enquanto o rio subterrâneo é imensamente mais lento, na faixa de 10 a 100 metros por ano.
Isso ocorre porque, ao contrário do que se possa imaginar, o rio subterrâneo não corre por um enorme "túnel" nas profundezas da Terra, mas permeia através dos poros das rochas sedimentares.

Terremoto previsto na Baía de Tóquio poderá destruir 390 mil prédios

Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia, caso um terremoto de magnitude 7.3 com foco ao norte da Baía de Tóquio registrar grau 7 na escala de intensidade japonesa, ele seria duas vezes mais danoso do que a previsão de um terremoto de limite máximo de 6 graus.


Um terremoto de intensidade de 7 graus é um dos 18 cenários previstos para a área metropolitana de Tóquio, citado pela Central de Gerenciamento de Desastres do governo e causaria danos abrangentes.
No início deste mês, a equipe de pesquisa revelou que os limites da placa onde o foco é previsto estão mais rasos de cinco a dez quilômetros do que as estimativas anteriores.
Um terremoto de intensidade de 7 graus é um dos 18 cenários previstos para a área metropolitana de Tóquio.
Tendo isso como base, o nível máximo do terremoto está previsto em 7 graus na escala de intensidade japonesa em Tóquio e em algumas partes de Kanagawa, ao invés de um tremor de limite máximo de 6 como foi pensado anteriormente, disseram os oficiais do ministério.
Baseado neste pressuposto, a equipe liderada por Fumio Yamazaki, um sismólogo da Universidade de Chiba, calculou o dano potencial em prédios com estruturas de madeira que será causado pelo terremoto em Tóquio assim como em Kanagawa, Chiba e Saitama.
Segundo a pesquisa, se um terremoto medindo o nível máximo de 7 atingir essas áreas, presume-se que o número de prédios destruídos será de aproximadamente 390 mil, uma alta brusca dos estimados 160 mil para um terremoto de 6 graus.
Em relação aos danos nas tubulações de água, estima-se que o número de encanamentos destruídos serão de aproximadamente 34 mil em um terremoto de grau 7, aproximadamente o dobro do número esperado para um tremor de limite máximo de 6 graus.
Fonte:  The Daily Yomiuri

sexta-feira, 23 de março de 2012

Gelo do Ártico pode derreter até 2020


O Ártico pode ficar completamente livre de gelo durante o verão já a partir de 2020. Estas são as últimas conclusões dos peritos, comunicou hoje a organização analítica Centro de Estudos Marinhos (CNA).

Em resultado, a navegação e transporte marítimo na região do Ártico vão se expandir substancialmente, permitindo o acesso aos recursos locais, muitos dos quais ainda estão por descobrir. Segundo as estimativas do CNA, dentro dos próximos 2 ou 3 anos, o ritmo de exploração dos recursos nesta região irá aumentar significativamente.
Mencionaram-se muito brevemente as consequências negativas do derretimento do gelo ártico. O CNA indicou que um dos resultados negativos mais importantes será o desaparecimento das fontes de alimento e de abrigo dos povos indígenas da região

Humanidade espera um novo Grande Dilúvio


O nível dos oceanos elevar-se-á 10-20 m por causa do derretimento do gelo no planeta, afirmou Richard Lane, funcionário da Fundação Nacional de Ciência dos EUA (NSF em inglês), que tinha dirigido as investigações da fundação nesta esfera.

O nível do mar vai mudar, mesmo que a elevação estável da temperatura na Terra não supere 2 graus Celsius. Richard Lane acrescentou, que o derretimento dos gelos da Groenlândia e Antártida vai mudar decisivamente o perfil da Terra, 70% dos habitantes terão de mudar para outras regiões do planeta, a fim de não se encontrarem sob a água.

Os cientistas confrontaram os processos climáticos atuais e processos, decorridos há 2,7-3,2 bilhões de anos, quando o regime das temperaturas e a quantidade de gás carbônico na atmosfera da Terra eram iguais aos atuais. Os resultados da sua investigação indicam que o nível dos oceanos vai elevar-se inevitavelmente, na sequência do derretimento das geleiras do Polo Sul e do Polo Norte. 
Contudo, este processo vai durar centenas de anos.

O dilúvio mundial foi adiado?

À medida que o clima aquece e o manto de gelos que cobre a Terra derrete, o nível de águas nos oceanos sobe. Todavia, a inundação das zonas litorâneas não passa, antes, de uma fantasia. É esta a opinião dos cientistas da Universidade de Columbia que publicaram recentemente um artigo a este respeito na revista Nature. Os peritos russos comentam o seu ponto de vista.
Os climatologistas falam frequentemente dos futuros efeitos nocivos da subida das águas dos oceanos devido ao derretimento dos gelos. Os pesquisadores da Universidade de Colômbia tranquilizam-nos: no próximo século seguinte não haverá nenhum “dilúvio mundial”. Os dez últimos anos a “camada de gelo” da Terra, isto é, o Ártico, a Antártida, a Groenlândia e as geleiras montanhosas, começou a derreter mais rapidamente mas, mesmo assim, a sua redução não é suficientemente rápida para que o nível dos oceanos suba vários metros.

No entanto, está em questão o nível  que o oceano vai atingir em 2100. As diferenças entre diversas estimativas são bastante grandes: desde dez centímetros até um metro e meio. Os cientistas russos reputam que é pouco provável que durante cem anos o nível do oceano mundial suba mais de que algumas dezenas de centímetros. Atualmente, o seu nível sobe uns 2,5 – 3 mm por ano,- afirma o vice-diretor do Instituto do Ártico e da Antártida, Aleksandr Danilov. A causa do crescimento do nível não é apenas o derretimento de gelos mas também o aquecimento das águas do oceano por causa do aquecimento global do clima, – explica Aleksandr Danilov.

"Uma vez que qualquer corpo dilata no processo de aquecimento, o nível de água sobe um pouco devido a esta dilatação térmica. Este processo se tem desenvolvido durante todo o século XX".

Os oceanólogos prognosticam que, se o nível das águas nos oceanos subir, por exemplo, um metro, vai surgir a ameaça de inundação de São Petersburgo, da península de Yamal no Ártico, da parte norte da Alemanha, da Holanda, dos deltas do Nilo e do Ganges. Aleksandr Danilov reputa que quase todas as baixadas em diversos pontos do globo estarão na zona de risco.

"Podemos recear por causa de Veneza, as ilhas muito baixas do oceano Pacífico, por exemplo, as ilhas Marhall e ilhas de Cook, assim como as ilhas Maldivas no oceano Índico. Também serão inundados muitos terrenos no litoral da península de Yamal".

Todavia, este roteiro é, provavelmente, o mais pessimista e é pouco provável que venha a realizar-se, – afirma o geógrafo Nikolai Ossokin, pesquisador de gelos.

"As observações do manto de gelo na Antártida comprovam que o processo de derretimento não se intensifica bruscamente. Por isso, não há donde possa vir o grande volume de água, capaz de elevar sensivelmente o nível do Oceano Mundial".

Não vale a pena esquecer que as próprias leis da natureza contribuem para equilibrar a situação. Nikolai Ossokin faz lembrar que, devido à elevação da temperatura do ar, o clima se torna mais quente, o que contribui para aumentar a evaporação da água da superfície dos oceanos. Logo, a subida do seu nível se torna mais lento.

Os cientistas concluem que não vale a pena ficarmos em pânico por causa da elevação do nível das águas nos oceanos. Convém, antes, prestar atenção a um outro perigo – a intensificação das tempestades no oceano e o aumento do número de tsunamis e de tufões. Há um ano, o tsunami e o subsequente terremoto ceifaram dezenas de milhares de vidas humanas no Japão. O tsunami de 2004 no oceano Índico foi ainda mais terrível – morreram 270 mil pessoas. Quanto aos tufões, um dos mais destruidores foi o tufão Katrina que arrasou em 2005 a cidade de Nova Orleães.

Os cientistas advertem que, futuramente, haverá numerosos casos de semelhante “interação” da atmosfera e do oceano. Portanto, a humanidade terá que se adaptar às alterações da natureza e se defender melhor contra os “ataques” do oceano, construindo, por exemplo, diques mais seguros.

Fonte: Voz da Rússia

Milhares de golfinhos estão deixando a costa da Califórnia


En Español


O estranho comportamento de milhares de golfinhos , capturado em vídeo, gerou muitos rumores e especulações na rede. Especula-se que os golfinhos "ouvido algo sob a água, coloque-os nervoso e decidiu deixar a costa da Califórnia." No entanto, KCLT disse no mês passado que existem alguns ciclos que causam esse tipo de migração em mamíferos aquáticos. Apesar de um barco observando as baleias capturadas do show deslumbrante de vários dias atrás, agora acredita que os golfinhos são maciçamente deixando a costa da Califórnia, mas isso não foi confirmado por cientistas ou especialistas na área .



Alguns rumores já refletem na rede, e foi dito que "provavelmente o som de um vulcão é capaz de assustar os mamíferos aquáticos", mas as outras pessoas têm ido além dos rumores ou especulações, argumentando que a cada ano existem vários ciclos na Globo que pode causar "graves terremotos . " Porque a Califórnia é um dos defeitos maiores terremotos do mundo, conhecida como a Falha de San Andreas , alguns acreditam "que os golfinhos poderiam anunciar um forte terremoto no estado", como no mar "Alguns podem parecer chocantes haberles medo provocando fuga em massa." O problema da falha é que não afeta apenas um estado, se não outros países que estão assentados sobre a veia culpa extensa. Alguns cientistas têm oferecido várias perspectivas sobre o comportamento do golfinho, especialmente quando eles estão com medo, quando o golfinho estava em perigo, ele emite cliques e apitos para todos os seus pares, esses sons podem ser utilizados para sinalizar um alarme para seus companheiros, incluindo vários estados emocionais e pesca. Um semelhante anunciou o devastador terremoto no Japão, quando os peixes oarfish começaram a aparecer na superfície da costa japonesa, mas funcionários ", disse o povo japonês não deve se preocupar", os peixes estavam certos , eles anunciou que quase 1 ano de antecedência, o terremoto alcançou uma magnitude de entre 8,9 e 9 na escala de Richter. Poderiam os golfinhos estar anunciando um terremoto para a Califórnia? , a resposta pode já tê-lo cientistas, e talvez pudesse ser uma questão de tempo, mas os golfinhos sabem perfeição e inteligente sobre o vasto oceano, talvez o homem ", mesmo com a sua inteligência", só poderia ser um aprendiz destes mamíferos aquáticos bonitas. Em seguida, o vídeo mostrando a criação divina , movendo-se em uma massa espetacular: Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos em vários lugares . Todas estas coisas são o princípio das dores. Mateus 24:7-8 ------------------------------------ ------------------------------ 

 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Após previsão de desastre natural, moradores estocam mantimentos em São Francisco de Paula


Em cidade da Serra, prefeito e seguidores acreditam que tsunami com ondas de 120 metros vai devastar parte do Estado

Após previsão de desastre natural, moradores estocam mantimentos em São Francisco de Paula Cleiton Thiele/Especial
Dono de uma malharia na cidade, Luiz Valim dos Santos confia nas previsões sombrias e armazena tecidos e comida à espera do pior





Proprietário de uma malharia no centro de São Francisco de Paula, Luiz Henrique Valim dos Santos armazena 108 quilos de arroz, 500 metros de tecido em rolo, 40 quilos de feijão dentro de garrafas pet, banha de porco às mancheias e tonéis com capacidade para 1,4 mil litros de diesel. 


É apenas a parte visível do estoque de uma tonelada de víveres, mantidos na propriedade da família, na localidade de Passo da Ilha, distante 46 quilômetros da sede do município.



— Temos capacidade para alimentar 50 pessoas, durante um ano — garante o comerciante que, nas horas vagas, metido em roupas camufladas e armado com espingarda calibre 12, torna-se um dos mais temidos caçadores de javalis selvagens nos Campos de Cima da Serra.



A cautela de Santos, injustificada para a maioria dos 20 mil habitantes de São Francisco de Paula, deve-se a uma certeza alimentada por ele: um grande terremoto, sucedido de um tsunami gigantesco, com ondas de até 120 metros de altura, irá devastar parte do Estado. 



No topo do Estado, a 907 metros do nível do mar, São Francisco escaparia incólume. A tese do fim do mundo, baseada nos conhecimentos científicos de um médium espírita, é vista com ceticismo por padres, professores, empresários, vereadores, comerciantes locais. Mas tem adeptos ilustres como o prefeito Décio Antônio Colla (PT).



Os primeiros prognósticos sombrios ouvidos por Colla partiram da boca de Seu Chiquinho – um médium, radicado em São Francisco de Paula, que teria deixado Araranguá (SC), sua cidade natal, temendo a fúria dos mares.



Dois anos depois, Colla monitora, diariamente, um site que o informa sobre todos os tremores no mundo. O alcaide aguarda para o próximo 1º de abril, celebrado como dia dos bobos, uma mensagem no celular que o avisará sobre um terremoto entre o Brasil e a África. Pelas suas previsões, as ondas atingiriam o país em seis horas.



Para sobreviver ao caos e à falta de mantimentos nessa possível catástrofe aos 67 anos de idade, Colla tem se mostrado prudente. Comprou alimento, lenha, velas para a casa, medicamentos para a Secretaria de Saúde e mais merenda para abastecer as escolas da cidade.



— Eles (os moradores da cidade) têm de saber para decidirem como se organizar — diz o prefeito, que é médico clínico e anestesista.



Sua dica é que todos se abasteçam com artigos básicos à sobrevivência e alimentos como arroz, feijão, óleo e sal. Para suprir a falta de energia, Colla agregou a sua casa um fogão à lenha e comprou madeira suficiente para um ano e meio. 



Estocou pelo menos 50 quilos de arroz e 16 quilos de feijão para cada um de seus familiares. Com sua mãe, que se mudará de Santo Ângelo a São Francisco de Paula nos próximos dias, as duas filhas, genros e neto, o prefeito se prepara para abrigar mais de 10 pessoas em sua casa.



Colla tem ampliado as compras de produtos não perecíveis para a merenda escolar e de medicamentos básicos. Tem estoque para atender os habitantes da cidade por oito meses.



— Hoje estamos absolutamente despreparados se uma catástrofe ocorrer no Brasil.



E completa, para espanto dos incautos:



— Estou sendo precavido e proativo.

Fonte: Zero Hora

segunda-feira, 12 de março de 2012

Camada de gelo da Groenlândia é bem mais vulnerável ao aquecimento






A camada de gelo da Groenlândia é mais sensível ao aquecimento global do que previamente pensado.


Um estudo publicado no domingo (11) afirma que ela poderia descongelar completamente com um aumento relativamente pequeno da temperatura a longuíssimo prazo.

Estudos anteriores indicam que esse cenário desolador seria possível de ocorrer se houvesse um aumento de, ao menos, 3,1ºC acima do nível da era pré-industrial, em uma escala entre 1,9ºC e 5,1ºC.

Agora, porém, novas estimativas publicadas na revista "Nature Climate Change" estabeleceu esse índice em 1,6ºC, em uma escala entre 0,8ºC e 3,2ºC.

Para termos comparativos, o clima já se tornou mais quente 0,8ºC desde o início da Revolução Industrial na metade do século 18. As emissões de carbono, que colaboram com o efeito-estufa, também não parecem estar diminuindo.

Apesar de exigir milhares de anos para um derretimento da camada de gelo nessa proporção, o alerta é importante. A Groenlândia é, atrás da Antártida, o segundo maior armazenamento de água do mundo. Em estado líquido, aumentaria as águas oceânicas em até 7,2 metros, engolindo no processo deltas e ilhas menores.

Segundo o pesquisador Andrey Ganopolski, que participou da análise, se as temperaturas globais continuarem no mesmo ritmo, o gelo vai continuar derretendo e não vai "crescer" novamente mesmo se o clima voltasse aos patamares antes da era industrial. 

Fonte: Folha

terça-feira, 6 de março de 2012

Bill Gates quer manipular o clima terrestre


Bill Gates clima Bill Gates quer manipular o clima terrestre

29 de fevereiro de 2012
Um seleto grupo de cientistas, financiado por bilionários preocupados com o aquecimento global e a emissão de gases causadores do efeito estufa, está tentando convencer governos e órgãos internacionais a aprovar experimentos que podem manipular o clima em escala global. Com isso, eles querem evitar uma mudança climática de proporções catastróficas.
Um dos financiadores desses experimentos é ninguém menos que Bill Gates. Além dele, outros bilionários, como o cofundador do Skype, Niklas Zennström, e da Virgin, Sir Richard Branson, também estão investindo pesado nas pesquisas.
Geoenge… O quê?
A geoengenharia (ou engenharia da Terra) defende o uso de métodos altamente controversos, que dividem a opinião da comunidade científica. Enquanto uns acreditam que a sua aplicação pode resultar em algo positivo, sendo uma solução rápida e barata para retardar o aquecimento global, outros temem que os experimentos conduzidos possam mudar os padrões de chuva de forma irreversível e interfiram no clima do planeta.
Um dos experimentos defendidos pela geoengenharia inclui a emissão de milhões de toneladas de partículas refletoras de dióxido de enxofre na atmosfera ? a 50 quilômetros da superfície terrestre ?, com o objetivo de bloquear a incidência de raios solares e, consequentemente, reduzir a temperatura do planeta.
Jogo de interesses
Muito está em jogo, e os cientistas não são os mais indicados para lidar com as questões políticas, éticas e sociais que envolvem a geoengenharia. A preocupação vem aumentando devido ao pequeno ? porém extremamente influente ? grupo de cientistas e seus financiadores que, devido à sua posição, podem ter o poder de pressionar as decisões relacionadas a pesquisas de alto risco e suas políticas. Quem garante que não existem outros interesses, mascarados como boas intenções?
E, quanto mais os governos e órgãos internacionais demorarem para chegar a um acordo sobre as emissões de gases, maior é a pressão para que uma opção tecnológica rápida seja encontrada.
O que dizem os cientistas
Os pesquisadores se defendem, dizendo que, se recebessem mais fundos dos governos, não precisariam aceitar recursos oferecidos por pessoas como Bill Gates. Além disso, eles alegam que todo o dinheiro que possa ser gerado a partir do uso da geoengenharia será doado a ONGs e instituições de caridade, além de garantir que não têm expectativas de enriquecer com isso. Segundo os cientistas, todo o trabalho é realizado de forma transparente e aberta, através de simulações em computadores e da avaliação de possíveis consequências.
Fonte: Gamevicio

Colaboração: Henrique Guilherme Alves

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cientistas chamam atenção para futuro dos oceanos

Aumento das temperaturas médias dos mares pode levar à extinção de entre 20% e 50% das espécies do planeta

24 de fevereiro de 2012 | 8h 01
 
A conferência anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS) foi realizada de 16 a 20 de fevereiro em Vancouver, cidade à beira-mar no Canadá. Não por acaso, diversos relatos de pesquisas relevantes sobre a vida e o futuro dos oceanos foram apresentados durante o encontro e chamaram a atenção do público em geral e especialmente da comunidade local.

Uma das exposições de grande repercussão foi a de James Hansen, do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa, a agência espacial norte-americana. Segundo Hansen, o uso intensivo de combustíveis fósseis e o consequente aumento das temperaturas médias dos oceanos (já bastante superiores às do Holoceno) podem levar, entre outras consequências, a elevações de vários metros do nível dos oceanos e à extinção de entre 20% e 50% das espécies do planeta.

A elevação do nível dos mares coloca em risco a própria existência física de cidades em áreas costeiras de baixa altitude, como é o caso de Vancouver, entre muitas outras. O fenômeno é intensificado pelo derretimento de parte das calotas polares, também decorrente do aquecimento global, especialmente em regiões mais próximos dos polos, como também é o caso da cidade canadense.

O alerta de Hansen, uma das grandes estrelas da reunião da AAAS, teve, portanto, grande impacto na opinião pública da cidade anfitriã da conferência, inclusive porque suas autoridades públicas tomaram recentes decisões que seguem na contramão das advertências do cientista.

Por exemplo, há planos para dobrar a produção de carvão metalúrgico e fazer crescer significativamente a de gás natural liquefeito, não só para atender à demanda local por energia, mas também para exportação.

Menos célebre do que Hansen, mas também muito respeitado na comunidade científica internacional, Villy Christensen, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, apresentou resultados iniciais, mas impressionantes, de seu projeto Nereus, cujo nome homenageia o deus grego que previa o futuro e morava no mar Egeu.

Segundo Christensen, as melhores estimativas atuais são de que há nos oceanos cerca de 2 bilhões de toneladas de peixe, ou seja, cerca de 300 quilos para cada habitante do planeta. No entanto, pelo menos metade disso está em zonas muito profundas dos mares, é constituída de espécies pequenas demais em tamanho e, por isso, é inviável para exploração comercial e consumo humano.

E na outra metade, de peixes que medem pelo menos 90 centímetros e são apropriados para alimentação de pessoas, houve um declínio da biomassa de 55% de 1970 até agora. “É uma mudança dramática e global”, disse.

Christensen defendeu que se invista mais em pesquisa sobre a vida marinha e especialmente sobre o impacto do aquecimento global sobre ela para que decisões políticas apropriadas possam ser tomadas, mas - apesar da necessidade de mais estudos - ele acha que o que já se sabe é suficiente para muita preocupação com o futuro.

Por exemplo, há a previsão de que o aumento da temperatura das águas vai fazer com que muitas espécies de animais marinhos procurem as águas mais frias das regiões mais próximas dos polos, o que poderia beneficiar os habitantes dessas áreas.

Mas William Cheung, que trabalha no mesmo projeto Nereus, argumenta que essa conclusão otimista pode ser apressada e errada: diferenças de quantidade de oxigênio em águas frias e quente e a crescente acidificação dos oceanos, outra consequência das mudanças climáticas, também comprometem negativamente a produtividade marítima.

Lisa Levin, do Instituto de Oceanografia Scripps, da Califórnia, em outra atividade da conferência da AAAS, corroborou indiretamente a fala de Cheung. Levin mostrou conclusões de sua pesquisa, segundo as quais o aquecimento dos oceanos produzidos pelas mudanças climáticas está causando a expansão de zonas submarinas de baixo oxigênio, o que afeta negativamente a produção pesqueira de diversas regiões, inclusive as da costa da Colúmbia Britânica.

Levin chama o fenômeno de “compressão de habitat” e disse que ele afeta áreas que se estendem por mais de 150 mil quilômetros em torno das beiradas dos oceanos. Segundo suas previsões, até o ano de 2050, peixes que habitam nessas regiões podem perder 50% na variação da profundidade em que vivem.

Os canadenses são bastante sensíveis para este tipo de problema por já terem visto como podem ser socialmente dramáticos os seus efeitos. Há cerca de 20 anos, a escassez da produção de bacalhau na região de Newfoudland, na costa leste do país, provocou o fim de 40 mil empregos. Diversas espécies de peixe - como o do bacalhau atlântico daquela cidade - estão sendo consideradas como ameaçadas de extinção e sua pesca está sendo restringida ou totalmente proibida.

Patentes genéticas

Os efeitos dos problemas dos oceanos são percebidos em vários países. O professor Rashid Sumaila, também da Universidade da Colúmbia Britânica, apresentou aos participantes da conferência da AAAS estudos que conduziu no México que apontam redução de até 20% em poucos anos na produção de pesca de diversas espécies de peixes e moluscos.

Os efeitos de mudanças nos oceanos na vida do planeta discutidos na reunião da AAAS em Vancouver não se limitaram aos atuais e aos do futuro.

Peter DeMonocal, biólogo marinho da Universidade Columbia de Nova York, mostrou sua pesquisa, de acordo com a qual grandes diferenças de temperatura nos oceanos Índico e Pacífico que ocorreram há 2 milhões de anos foram responsáveis por alterações de padrões de chuva na África oriental que desertificaram vastas áreas daquele pedaço do mundo.

Mesmo quando as notícias sobre a exploração, a atividade e as mudanças nos oceanos apresentadas no encontro da AAAS são inegavelmente positivas, elas não deixaram de trazer junto com elas algum tipo de preocupação.

Por exemplo, Carlos Duarte, diretor do Instituto de Oceanos da Universidade da Austrália Ocidental, relatou como um grande tesouro de recursos genéticos está sendo descoberto e permitirá aplicações em diversos setores da economia, como medicamentos para combater dores, câncer, regenerar tecidos e ossos ou para gerar biocombustíveis.

De acordo com Duarte, desde 2009 cerca de 5 mil patentes genéticas de organismos marinhos foram requeridas e é previsto um aumento de 12% ao ano desta quantidade. Duarte também afirmou que a vida marinha tem uma diversidade muito superior à da terrestre e que pode levar até mil anos para que todas as suas espécies sejam descobertas e catalogadas.

Tudo isso pode ser ótimo, mas também pode provocar ainda mais problemas se não houver uma regulamentação bem concebida e cumprida rigorosamente para evitar excessos na pesquisa e exploração desses recursos, que agravariam ainda mais os efeitos das mudanças climáticas.

Além disso, há a questão de quem vai usufruir materialmente dessas descobertas. Apenas dez países têm 90% dos pedidos de patentes genéticas de organismos marinhos e três deles (Estados Unidos, Alemanha e Japão) têm 70%.

Isso pode fazer com que o fosso entre países ricos e pobres aumente ainda mais, com as inevitáveis tensões sociais decorrentes, e causar atritos diplomáticos capazes de prejudicar eventuais compromissos em decisões sobre problemas críticos, como os das mudanças climáticas.

Fonte: Estadão
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...