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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Olho biônico devolve a visão a pacientes cegos


olho bionico Olho biônico devolve a visão a pacientes cegos
Dois homens cegos da Inglaterra tiveram a oportunidade de enxergar novamente pela primeira vez em mais de duas décadas depois de passarem por um implante de um microchip de “olho biônico”, de apenas 3 milímetros.
Médicos acreditam que um dos pacientes, Chris James, de Wiltshite, será capaz de reconhecer rostos uma vez que seu cérebro aprender a enxergar também. “Eu sempre tive em mente que um dia eu seria capaz de enxergar novamente”, conta Chris.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, cirurgiões em Oxford, sob o comando do professor Robert MacLaren, encaixaram o chip atrás do olho de Chris em uma operação de oito horas.
O outro paciente, Robin Millar, de Londres, teve o chip implantado abaixo da retina. “Desde que o chip foi ativado eu consigo detectar a luz e distinguir silhuetas de determinados objetos, o que é um sinal encorajador”, conta o produtor musical de 60 anos.
“Eu até sonhei com cores vívidas pela primeira vez em 25 anos, então uma parte do meu cérebro que tinha adormecido está acordada! Acredito que isso é incrivelmente promissor para futuros estudos na área e estou feliz em poder contribuir”, diz Millar.
Os especialistas em olhos que desenvolveram a nova tecnologia afirmaram que o primeiro grupo de pacientes britânicos a receber o microchip eletrônico estavam “ganhando visões” semanas depois da cirurgia. A novidade traz novas esperanças às pessoas que sofrem com Retinose Pigmentar, uma condição genética que leva a cegueira incurável.
Fonte: O Dia On Line
Colaboração Henrique Guilherme Alves

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Bilionários planejam mineração em asteroides


Um grupo de bilionários está planejando uma operação de mineração em asteroides.
O projeto de milhões de dólares prevê o uso de espaçonaves robóticas para extrair componentes químicos usados em combustíveis, além de minerais como platina e ouro. Minerais raros também serão prospectados.
larry-page
Entre os envolvidos nos planos está o cineasta americano e explorador James Cameron, além de um dos fundadores do Google, Larry Page, e seu presidente executivo, Eric Schmidt.

A companhia, batizada de Planetary Resources (Recursos Planetários, em tradução livre), também conta com o apoio do pioneiro do turismo espacial, Eric Anderson, o filho do ex-candidato à Presidência americana, Ross Perot Jr., e o astronauta veterano Tom Jones.
O primeiro passo do empreendimento será dado nos próximos 18 ou 24 meses, com o lançamento do primeiro de uma série de telescópios que vão procurar asteroides ricos em recursos minerais. O objetivo será abrir a exploração do espaço para o setor privado da indústria.
Dentro de um período entre cinco e dez anos, a companhia espera progredir da venda de plataformas de observação em órbita em volta da Terra para serviços de prospecção. O plano da Planetary Resources é de extrair os recursos dos milhares de asteroides que passam relativamente próximos da Terra.
Os bilionários já planejam até criar um depósito de combustível no espaço até 2020.
"Temos uma visão de longo prazo. Não esperamos que esta companhia deem lucro do dia para noite. Isto levará tempo", disse Eric Anderson, um dos fundadores da Space Adventures, à agência de notícias Reuters.
Nem a sobrevalorização da platina e do ouro devem pagar o projeto. Uma próxima missão da Nasa (agência espacial americana) que pretende trazer de volta apenas 60 gramas de material de um asteroide vai custar cerca de US$ 1 bilhão.
COMBUSTÍVEL E CETICISMO
Além da extração de minerais raros, os bilionários planejam também extrair dos asteroides componentes usados em combustíveis. A água dos asteroides pode ser transformada, no espaço, em oxigênio líquido e hidrogênio líquido para ser usado em combustível de foguete.
O plano é que a água seja transportada do asteroide para um local no espaço, onde possa ser convertida em combustível. A partir deste ponto, poderá ser levada para a órbita da Terra para reabastecer satélites comerciais ou espaçonaves.
Os projetos do grupo de bilionários foram recebidos com ceticismo por vários cientistas.
Para o professor Jay Melosh, da Universidade Purdue, os custos de uma operação como esta seriam altos demais. Ele também disse que a exploração espacial é um "esporte que apenas as nações ricas, e aquelas que querem demonstrar grande avanço técnico, podem bancar".
"Um depósito (de combustível) dentro de uma década parece pouco possível. Espero que já tenhamos alguém para usar isto", disse Andrew Cheng, cientista planetário do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, à agência de notícias Associated Press.
Eric Anderson respondeu a estas afirmações dizendo que está acostumado com ceticismo.
"Antes de começarmos a levar pessoas para o espaço, como cidadãos privados, as pessoas pensaram que era uma ideia absurda", afirmou o pioneiro do turismo espacial, acrescentando que o projeto deve, sim, "gerar dinheiro".O projeto de milhões de dólares prevê o uso de espaçonaves robóticas para extrair componentes químicos usados em combustíveis, além de minerais como platina e ouro. Minerais raros também serão prospectados.
Entre os envolvidos nos planos está o cineasta americano e explorador James Cameron, além de um dos fundadores do Google, Larry Page, e seu presidente executivo, Eric Schmidt.
A companhia, batizada de Planetary Resources (Recursos Planetários, em tradução livre), também conta com o apoio do pioneiro do turismo espacial, Eric Anderson, o filho do ex-candidato à Presidência americana, Ross Perot Jr., e o astronauta veterano Tom Jones.
O primeiro passo do empreendimento será dado nos próximos 18 ou 24 meses, com o lançamento do primeiro de uma série de telescópios que vão procurar asteroides ricos em recursos minerais. O objetivo será abrir a exploração do espaço para o setor privado da indústria.
Dentro de um período entre cinco e dez anos, a companhia espera progredir da venda de plataformas de observação em órbita em volta da Terra para serviços de prospecção. O plano da Planetary Resources é de extrair os recursos dos milhares de asteroides que passam relativamente próximos da Terra.
Os bilionários já planejam até criar um depósito de combustível no espaço até 2020.
"Temos uma visão de longo prazo. Não esperamos que esta companhia deem lucro do dia para noite. Isto levará tempo", disse Eric Anderson, um dos fundadores da Space Adventures, à agência de notícias Reuters.
Nem a sobrevalorização da platina e do ouro devem pagar o projeto. Uma próxima missão da Nasa (agência espacial americana) que pretende trazer de volta apenas 60 gramas de material de um asteroide vai custar cerca de US$ 1 bilhão.

COMBUSTÍVEL E CETICISMO
Além da extração de minerais raros, os bilionários planejam também extrair dos asteroides componentes usados em combustíveis. A água dos asteroides pode ser transformada, no espaço, em oxigênio líquido e hidrogênio líquido para ser usado em combustível de foguete.
O plano é que a água seja transportada do asteroide para um local no espaço, onde possa ser convertida em combustível. A partir deste ponto, poderá ser levada para a órbita da Terra para reabastecer satélites comerciais ou espaçonaves.
Os projetos do grupo de bilionários foram recebidos com ceticismo por vários cientistas.
Para o professor Jay Melosh, da Universidade Purdue, os custos de uma operação como esta seriam altos demais. Ele também disse que a exploração espacial é um "esporte que apenas as nações ricas, e aquelas que querem demonstrar grande avanço técnico, podem bancar".
"Um depósito (de combustível) dentro de uma década parece pouco possível. Espero que já tenhamos alguém para usar isto", disse Andrew Cheng, cientista planetário do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, à agência de notícias Associated Press.
Eric Anderson respondeu a estas afirmações dizendo que está acostumado com ceticismo.
"Antes de começarmos a levar pessoas para o espaço, como cidadãos privados, as pessoas pensaram que era uma ideia absurda", afirmou o pioneiro do turismo espacial, acrescentando que o projeto deve, sim, "gerar dinheiro".

Fonte: BBC Brasil

A SpaceX está prestes a fazer história lançando a Dragon rumo a estação espacial


O próximo lançamento de uma nave espacial e foguete da SpaceX será um vôo de demonstração para a Estação Espacial Internacional e será um marco importante no caminho para as missões comerciais.
 

"Para minha mente é quase como se fosse o programa Apollo, disse Mike Horkachuck, executivo da NASA para o projeto da empresa SpaceX. "Tivemos o projeto  Mercury, então você teve Gemini e Apollo, eventualmente. Isso seria semelhante no sentido de que, nós não estamos indo para a Lua ou nada tão espetacular como isso, mas estamos nos primórdios da comercialização de espaço. Isso pode ser   equivalente ao projeto Mercury  que posteriormente pode levar a um voo tripulado, no futuro".


Sediada na Califórnia a Space Exploration Technologies l, conhecida como SpaceX, está se preparando para lançar uma ambiciosa missão de ancorar a nave espacial Dragon na a estação espacial e retornar à Terra. A sonda não terá uma tripulação, mas vai levar cerca de 1.200 quilos de carga que os astronautas e cosmonautas que vivem na estação serão capazes de usarem. A cápsula irá para o espaço através do foguete Falcon 9 também construído pela SpaceX.


Como a missão é um vôo de teste, a carga não é material considerado crítico para a tripulação, Horkachuck disse. O lançamento está previsto para 30 de abril  no complexo lançamento espacial 40 no  Cape Canaveral Air Force Station na Flórida, são mesmas as  plataformas de lançamento dos ônibus espaciais utilizados para transportar os componentes para a estação. Há também vários testes e revisões chegando no final deste mês semelhantes aos realizados à frente de missões com ônibus espaciais.


Se esta missão for bem sucedida, o Dragão deverá tornar-se operacional e iniciar o fornecimento regular  para a estação. Diferente de qualquer outra transportadora de carga, o Dragão pode trazer coisas de volta à Terra, também, uma bênção para os cientistas, cuja pesquisa está ocorrendo no laboratório orbital.


SpaceX já tem dois lançamentos com sucesso da Falcon 9 a seu crédito, junto uma demonstração de voo da cápsula Dragon, que em dezembro de 2010, tornou-se a primeira nave espacial privada construída e operada a ser lançada na orbita terrestre e em seguida foi recuperada.

"Acho que a missão (primeira demonstração) foi mais de um ponto de interrogação na minha mente", Horkachuck disse, "porque nenhuma cápsula que esses caras tinham construído antes tinha ido para o espaço, feito a manobra básica para mostrar que você tem controle de atitude, bem como re-entrada, para conhecer o veículo veio através de re-entrada relativamente incólume e todos os sistemas de pára-quedas funcionou perfeitamente, que era um negócio muito grande. "


Por causa das realizações  obtidas na primeira missão, a NASA e a SpaceX concordaram em combinar os planejados vôos de demonstração segundo e terceiro em um voo somente. Supondo que a nave espacial Dragon passe alguns dias de  verificações de equipamentos e de demonstração em órbita, será permitido dirigir-se a estação de perto o suficiente para os astronautas pegar a Dragon com um grande braço robótico da estação. O braço vai atracar a cápsula na estação e os astronautas da estação espacial irão descarregar e colocar cerca de 1.400 quilos de material dentro do Dragão para o retorno à Terra.


A missão deve durar cerca de 21 dias, Horkachuck disse. Para Horkachuck, o trabalho para essa missão começou há mais de cinco anos atrás, quando SpaceX e NASA assinaram um acordo de Lei do Espaço de trabalhar juntos para demonstrar que poderia transportar carga para a estação espacial em um foguete privado e naves espaciais. A NASA está a partilhar o custo para as missões de demonstração no âmbito do programa COTS, abreviação de Serviços de Transporte Comercial Orbital.


"Tem sido uma experiência muito boa", disse Horkachuck. "O acordo Space Act nos permite interagir com o contratante de uma forma muito mais cooperativa do que um contrato típico com o governo. Podemos sugerir como fizemos no passado e talvez eles vão usar isso, ou eles vão vir para cima com uma versão ligeiramente alterada para trabalhar através de um desafio. "


A integração do foguetes, da nave espacial e da missão como um todo tem sido uma experiência de aprendizagem para ambos SpaceX e NASA, Horkachuck disse. Por exemplo, SpaceX aprendeu muito mais quando o  trabalho está envolvido em voar para uma estação espacial com uma tripulação a bordo, em comparação com o lançamento de uma nave espacial e recuperá-lo depois de umas órbitas.


"Todo grande projeto vai ter vários desafios técnicos", disse Horkachuck. "Uma das coisas refrescantes tem sido, uma vez que você convence SpaceX que eles precisam fazer uma mudança é a coisa certa a fazer a partir de uma perspectiva técnica, eles simplesmente saem e fazem. Não há um monte de disputas."


A parceria tem mostrado NASA um plano para lidar com futuras missões, também.
"Se você tem um bom relacionamento com o parceiro, é uma excelente forma de fazer negócios", disse Horkachuck.


"A história dos lançamentos de foguetes é que você pode ter uma missão bem sucedida e, em seguida, algumas pequenas coisas podem vir fazer perder a na missão seguinte," Horkachuck disse. "Há muitas pequenas coisas que podem dar errado, você tem que estar sempre atento sobre cada pequena coisa."


O foguete Falcon 9 e a cápsula Dragon estão no Cabo Canaveral passando pelos últimos preparativos antes do lançamento. Para Horkachuck, as três semanas em órbita será preenchido com a tensão familiar a qualquer pessoa envolvida com um vôo espacial, disse ele.


"Uma vez que a Dragon entrar em órbita e funcionar será certamente uma grande alegria, disse ele. "Mas eu acho que a maioria dos grandes eventos e eventos dinâmicos nesse voo espacial realmente culminaram a nave a aterrissar. Durante a missão, haverá momentos de pânico seguidos de longos períodos de calma."

Steven Siceloff
NASA's John F. Kennedy Space Center

terça-feira, 27 de março de 2012

Pesquisador diz ter encontrado chip extraterrestre no crânio de Napoleão

Em um caricaturesco caso, mas nem por isso descartável, no qual misturam ficção científica com a análise histórica, um pesquisador francês propõe que Napoleão Bonaparte, o insistente e hábil imperador francês, pode ter sido abduzido por extraterrestres. O Dr. Andre Dubois e sua equipe de pesquisadores descobriram um dispositivo, que rompe completamente com o contexto histórico, aderido ao crânio do célebre imperador: um microchip de tecnologia super avançada.


- "Os possíveis envolvimentos desta descoberta são desproporcionais para serem compreendidas", declarou Dubois depois de compartilhar sua descoberta no Diário de Medicina da França.



Tudo começou quando Dubois e sua equipe solicitaram ao governo francês a possibilidade de exumar e analisar os restos ósseos de Napoleão, ao qual o governo francês aceitou em troca de 140 mil dólares. O objetivo da pesquisa era descobrir se Bonaparte tinha sofrido algum tipo de desordem pituitáriadeterminasse sua baixa estatura.

Mas para além de sua discreta missão, o que Dubois clama ter encontrado ultrapassa os limites do crível:

- "Ao examinar o interior do crânio minha mão entrou em contato com uma pequena protuberância. Depois de observar com uma lupa me surpreendi ao comprovar que o objeto correspondia a um microchip super avançado".

A partir do achado, seja "real" ou uma sofisticada alucinação, Dubois começou a pesquisar a profundidade da vida de Napoleão e detectou o período no qual pode ter sido sequestrado por extraterrestres:

- "Napoleão desapareceu durante um período de vários dias em julho de 1794, quando tinha 25 anos. Depois explicou que foi aprisionado na revolta Termidoriana, mas não existe nenhum registro que confirme sua explicação. Eu acho que foi nestes dias quando aconteceu a abdução".



Posteriormente, e seguindo as extravagantes conjecturas de Dubois, poderíamos pensar que este provável episódio na vida de Napoleão eventualmente o guiaria, auspiciado por tecnologias e informação insólitas nesses tempos, a se converter em um dos mais poderosos imperadores de seu tempo.


E conquanto existam altas probabilidades de que esta história seja uma grande patacoada de um cientista muito ocioso, também existem dois pontos importantes a considerar: 
nada é tão extravagante para ser descartado ipso facto. Se assim procedêssemos, seguramente a ciência estaria secularmente atrasada e, por outro lado, a dourada interrogação: tudo o que conhecemos não é praticamente uma alucinação catalogada como realidade ao ser introduzida a uma matriz de convenções psicossociais?


Fonte: Examiner e Metamorfose Digital

Colaboração: Mirabel


segunda-feira, 26 de março de 2012

Descoberto rio subterrâneo embaixo do Rio Amazonas

Descoberto rio subterrâneo debaixo do Rio Amazonas
Ao contrário do que se possa imaginar, o rio subterrâneo não corre por um enorme "túnel" nas profundezas da Terra, mas permeia através dos poros das rochas sedimentares.[Imagem: ON]

O estado do Amazonas pode ter não apenas o maior rio do mundo em volume de água, mas também o maior rio subterrâneo do mundo.
Esta é a impressionante conclusão de um estudo feito pelospesquisadores Valiya Hamza e Elizabeth Pimentel, do Observatório Nacional, localizado no Rio de Janeiro.
Rio Hamza
O rio subterrâneo foi descoberto analisando-se dados de 241 poços de grande profundidade, feitos pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980. Mas, em vez de petróleo, os geofísicos podem ter encontrado o maior rio subterrâneo do mundo.
Os pesquisadores batizaram provisoriamente o rio subterrâneo de Rio Hamza, em homenagem ao professor que coordenou a pesquisa.
Os dados obtidos com a perfuração dos poços permitiram a identificação de um grande movimento de águas subterrâneas em profundidades de até 4.000 metros, localizado sob as bacias sedimentares dos rios Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.
Mas o rio subterrâneo pode se estender por outras áreas, uma vez que os poços profundos perfurados pela Petrobras cobrem apenas uma parte da região amazônica.
Rios amazônicos
Segundo Elizabeth, o fluxo de águas subterrâneas é predominantemente vertical até cerca de 2.000 metros de profundidade, mas muda de direção e torna-se quase horizontal em profundidades maiores.
O rio subterrâneo corre de oeste para leste, iniciando na região de Acre, passando pelas bacias de Solimões, Amazonas e Marajó e alcançando as profundezas do mar, nas adjacências de Foz de Amazonas.
Segundo Prof. Hamza, os dados indicam que se trata de de um rio subterrâneo debaixo de Rio Amazonas.
De acordo com essa interpretação, a região Amazônica possui dois sistemas de descargas de fluidos: a drenagem fluvial na superfície, que constitui o Rio Amazonas, e o fluxo oculto das águas subterrâneas através das camadas sedimentares profundas, formadas por rochas porosas, por onde a água flui.
Dados do rio subterrâneo
Os dados geofísicos, contudo, indicam uma grande diferença na vazão dos dois rios: a vazão média do Rio Amazonas é estimada em cerca de 133.000 metros cúbicos por segundo (m3/s), enquanto a vazão do rio subterrâneo é estimada em 3.090 m3/s.
Embora pareça pouco em relação ao Amazonas, esse volume de água é superior à vazão média do Rio São Francisco.
A largura do Rio Amazonas varia de 1 a 100 quilômetros na área de estudo, enquanto o Rio Hamza varia de duzentos a quatrocentos quilômetros.
As águas do Rio Amazonas têm uma velocidade que varia de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo das condições geográficas, enquanto o rio subterrâneo é imensamente mais lento, na faixa de 10 a 100 metros por ano.
Isso ocorre porque, ao contrário do que se possa imaginar, o rio subterrâneo não corre por um enorme "túnel" nas profundezas da Terra, mas permeia através dos poros das rochas sedimentares.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cientistas: O yeti é uma realidade




Em Moscou decorreu uma conferência da gominologia / ciência sobre o homem da neve /. Cientistas da Rússia, EUA, Canadá e Suécia apresentaram uma gravação de sons produzidos pelo chamado yeti, exclusivas foto e vídeomateriais mostrando a sua existência.

Em particular, foram apresentadas as fotografias das pegadas do Yeti, marcas das suas pernoites e excrementos, restos dos veados e ursos comidos, os ramos quebrados. O yeti é uma realidade estão seguros os participantes da conferência.

Organizadores do fórum dos gominologistas observou que o evento deste nível tem lugar na Rússia pela primeira vez desde 1958, quando foi a primeira e única expedição da Academia de Ciências para encontrar o yeti.

terça-feira, 6 de março de 2012

Aparelho impede que pessoas falem

Domingo, Março 04, 2012



 


O SpeechJam deverá ser usado por policiais na hora de 
interromper manifestações // Crédito: Reprodução Gizmodo
Você está discutindo com uma pessoa. Cansado de ser contrariado pelos argumentos dela, você simplesmente saca um aparelho, aponta para ela, como se fosse uma arma, e pronto: ela não consegue mais falar. Ou, pelo menos, não consegue mais falar nada coerente. Essa é a mágica do SpeechJammer, desenvolvido pelo Instituto de Ciência Industrial Avançada do Japão. 

O aparelho baseia-se no conceito de que, quando você fala, não usa apenas a boca, a língua e as cordas vocais: você também precisa ouvir o que está dizendo. Ao ser apontado para alguém, o SpeechJammer arremessa suas palavras de volta para você, com apenas alguns milisegundos de atraso, fazendo com que seu cérebro se confunda e assim você não consegue falar mais. 

Esse efeito (chamado de Atraso de Feedback Auditivo) pode ser usado tajudar pessoas com problemas de fala a superar suas dificuldades. 

Via Gizmodo 
Colaboração: Henrique Guilherme Alves

domingo, 4 de março de 2012

Físicos explicaram assimetria entre matéria e antimatéria no Universo

1.03.2012, 12:23



Os físicos chegaram um passo mais perto da resposta à questão: porque é que o Universo é composto essencialmente de matéria e não de antimatéria?

Os teóricos consideram que a Grande Explosão gerou matéria e antimatéria em quantidades iguais. Porém, nosso Universo se compõe principalmente de matéria. Antimatéria ocorre com relativa raridade, sendo na maioria das vezes observada nos aceleradores de partículas elementares aquando de reações nucleares, assim como nos raios espaciais. A resposta à questão de saber onde foi parar toda a antimatéria original é um dos principais enigmas da física por explicar.

Um experimento acabado de realizar nos Estados Unidos veio confirmar os dados anteriormente recolhidos de que as partículas elementares da antimatéria desintegram-se mais rápido do que seus as da matéria. Os resultados do experimento foram divulgados durante uma conferência sobre a física das partículas elementares que está decorrendo em Itália. As diferenças de velocidade da desintegração das partículas podem ser a razão da existente assimetria entre a matéria e a antimatéria no Universo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cristais que guardam 1 milhão a mais de dados

Novos Cristais
Estes cristais poderiam armazenar até 1 exabyte em um cartão SD

Cientistas da Flórida descobriram um material que é capaz de armazenar entre mil e um milhão de vezes mais dados que as atuais memórias. Esta capacidade de guardar informação não tem precedentes e em um breve período poderíamos estar falando de chips de memória de 1 Exabyte -petabyte  seria coisa para fracos-. Espetacular avanço que levará à informática a cotas nunca vistas. A singularidade tecnológica bate à porta.

Na Universidade da Flórida estão trabalhando com exóticos materiais que serão capazes de armazenar uma quantidade de informação nunca vista até agora. Os responsáveis pelo estudo dizem que se trata de cristais muito particulares que funcionam de uma maneira determinada no âmbito químico, de tal modo que os cristais já possuem uma estrutura especial a nível nanométrico que lhes permite guardar os dados de forma inerente. Normalmente os chips são fabricados pensando em interpor camadas de material que se possa interpretar como valores armazenados, mas estes estranhos cristais o fazem de modo natural graças a suas particulares estruturas atômicas.

Naresh S. Dalal, o especialista em bioquímica encarregado da pesquisa, diz que são materiais multiferróicos e isso quer dizer que são ao mesmo tempo ferromagnéticos e ferroelétricos, dependendo da temperatura a que sejam submetidos.

- "Normalmente, estas duas propriedades são mutuamente excludentes", disse Dalal. "A maioria dos materiais são ferromagnéticos ou ferroelétricos e são baseados no número de elétrons na camada eletrônica exterior do íon. Portanto, a busca de quatro materiais multiferróicos ao mesmo tempo é cientificamente significativo e abre numerosas portas em termos de aplicações potenciais."

Em teoria com esses quatro cristais seria possível desenhar chips bem menores e bem mais capazes quanto ao armazenamento de dados. Da ordem de um milhão de vezes. Enquanto um cartão SD atual guarda 1 Gigabyte, um dispositivo do mesmo tamanho feito com estes materiais poderia guardar até 1 exabyte. A má notícia é que, por enquanto, esses exóticos cristais precisam ser submetidos a 150 graus abaixo zero para funcionar com essas capacidades. Mas os cientistas continuam estudando e pesquisando ver se encontram materiais similares a temperatura ambiente.

Fonte: Negócio Digital

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cyborgs podem estar surgindo

27 de fevereiro de 2012 

Membros perdidos como em acidentes ou na guerra sempre inspiraram a ficção científica a criar próteses cibernéticas que distanciavam-se muito da realidade. Braços e pernas robóticos, mãos completamente funcionais movendo-se e reagindo como uma de carne e osso – tudo isso estava longe de ser verdade. Até agora.

O Doutor Shawn Dirk, juntamente com outros médicos do Sandia National Laboratories, University of New Mexico e o MD Anderson Cancer Center desenvolveram um polímero biocompatível com os nervos humanos, permitindo que estes possam unirem-se de maneira quase natural aos nervos cortados na perda do membro. Estudos realizados em ratos de laboratório mostraram grande probabilidade de sucesso neste procedimento, com quase que nenhuma taxa a de rejeição pelo organismo dos animais.

Os estudos desta equipe ultrapassam até mesmo os empreendidos pelo Pentágono, que já gastou milhões com pesquisas – até agora – frustradas.


Colaboração: Henrique Guilherme Alves

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Foi criado o primeiro transístor com um único átomo perfeito

Escrito por   //  20 de Fevereiro de 2012 


Uma equipa sediada na Universidade de South Wales criou um transístor de átomo único perfeito, liderando assim o caminho para dispositivos eletrónicos mais pequenos e mais poderosos. O componente ativo no dispositivo é um átomo único de fósforo, que foi colocado numa wafer de silicone usando uma combinação de Scanning Tunnelling Microscope Microscopy (STM), e uma litografia resistente a hidrogénio.

Para que isto seja possível, é necessário cobrir uma wafer de silicone com hidrogénio, antes que os átomos de hidrogénio sejam eliminados usando a técnica de STM. A wafer é depois tratada com fosfeno, que apenas se vai ligar ao silicone em pontos onde o hidrogénio tiver sido removido (similar à criação de uma placa de circuitos num banho ácido, onde as áreas mascaradas não são removidas). A mesma universidade está por detrás da descoberta do fio de átomo único, que foi considerado uma grande descoberta para a computação quântica.
Enquanto que outros transístores de átomo único já tinham sido criados antes por outras equipas, esta equipa universitária afirma que é primeira a conseguir cria-los de uma forma estável, ao contrário dos outros grupos que algumas vezes descobriram os transístores acidentalmente e não foram capazes de replicar os seus resultados. A equipa descreve este método de átomo-por-átomo (conhecido por bottom-up) de criação de transístores como o que vai ser utilizado futuramente para criar circuitos mais pequenos e poderosos, acrescentando ainda que o método de produção atual de top-down não irá ter capacidade para igualar este novo método em termos de precisão com a eficácia necessária.

A Professora Michelle Simmons, líder do grupo por detrás da descoberta, diz o seguinte: “Esta é a primeira vez que alguém conseguiu apresentar controlo sobre um átomo num substrato com este nível de precisão.”
Fonte: The Verge
Colaboração: Henrique Guilherme Alves
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